notícias
Acompanhe as últimas novidades
Postado em 11/10/2011 08:13:55 - Por cesar
Eva meu bode expiatório

Deus não espera respostas auto-justificativas quando erramos, nenhum pecado pode ser justificado.


É comum fazermos constantes transferências, com exceção de dinheiro e outras condições de bem estar, transferimos quase tudo, responsabilidades, regras, sofrimento, fardo e principalmente culpa.


Logo no inicio da História Adão tenta fazer uma transferência on-line de sua culpa para conta de sua esposa Eva, mas o saldo é insuficiente e a transferência não é realizada com sucesso, Deus não aceitou tal transferência, e Adão permaneceu devedor.


Deus não espera respostas auto-justificativas quando erramos, nenhum pecado pode ser justificado, não adianta dizer coisas do tipo:


“Deus, eu não resisti porque suas roupas estavam muito provocante” Jesus deve responder: “Eu não disse que deveria arrancar seus olhos se eles te fizessem pecar e que o pecado deve ser erradicado em você em não em outrem ?”


“Jesus, aconteceu porque a carne é fraca”, Jesus deve responder: “Eu vos dei poder para expulsar espíritos imundos mas a carne não tem “Sai demônio” que nos livre dela, você deveria ter fugido”.


“Jesus, eu pequei porque acabei ficando sozinho” Jesus deve responder “Sozinho, como assim? Eu não disse que estaria com você até o final dos séculos?”


Jesus,como juiz não espera provas de sua inocência, Ele espera confissão para Ele então se tornar seu advogado.


Confissões e não justificativas, não tente se defender, assuma suas culpas e diga eu pequei, não importa o motivo o qual te levou a pecar o pecado permanece pecado.


Deus não precisa de sua confissão para saber que você pecou, Ele já sabe todas as coisas, como diz Derek Cleave “Confessar pecados não é informar a Deus, é concordar com Ele”


Você precisa parar de transferir suas culpas, lembre-se que Jesus quando transferiu culpa, transferiu não a dEle, pois nunca se tornou culpado de nada, Ele transferiu a nossa culpa para Ele, se fez culpado em nosso lugar, para que pudéssemos ter vida.


Por: Alan Corrêa


Twitter: @opoiema